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Efeito Placebo… Desemprego… Canas de Pesca…

Do latim placere que significa agradarei. É este o significado de placebo! Assim se denominam os medicamentos que apresentam efeitos terapêuticos que derivam da capacidade do paciente crer que está a ser tratado. Do português promoção da contratação e da inserção de jovens, e/ou reconversão profissional que significa desemprego deferido no tempo. É este o significado de algumas medidas de apoio às empresas, ou melhor, de combate ao desemprego, perdoe-me a inconfidência! Assim se denominam os apoios que o Estado (crítico) oferece às empresas e que apresentam efeitos terapêuticos que derivam da capacidade das empresas os absorverem e da economia e os desempregados crerem que o desemprego está a diminuir! Recorrendo ao exemplo do comprimido de vitamina c, com sabor a laranja, para aliviar a dor de cabeça de quem acredite estar a ingerir um analgésico, este será exactamente uma delícia para as papilas gustativas dos empresários, um alívio à dor de cabeça que o desemprego causa ao ...

HOW TO BE LOOKING FOR A JOB

Hi everyone! I would like to share with you and overall with who’s looking for a job, some of my little but diverse experience. The objective of this message is not to give you any kind of rules about humor, state of spirit, or magic key when you are looking for a job principally when you are unemployed, in fact what is desired is to give you some tools, some coordinates, some friendly recommendations about “how to be looking for a job”! The recommendations that I propose are based in my own experience as I said and in the hope that you anonymous, you my colleague and you my friend find the job that you’re dreaming about or you’ve been looking for until today... This will not bring you the perfect job at the first shot but it will give you confidence and will drive you from anything to something; 1. First of all the key word is FOCUS. You will need to be FOCUSED. Well, I repeat. You need to be focused. You need to be focused in what you WANT and not in what you looking for. ...

A educação para o empreendedorismo em contexto prisional: Competências, Processos e Desafios

Título:  A educação para o empreendedorismo em contexto prisional : competências, processos e desafios Autor:  Morgado, Sónia Sofia Pais Orientador:  Albuquerque, Cristina Palavras-chave:  Educação Empreendedorismo Competências Reintegração Data:  2012 Editora:  FEUC Citação:  Morgado, Sónia Sofia Pais - A educação para o empreendedorismo em contexto prisional : competências, processos e desafios. Coimbra, 2012 Resumo:  O objetivo deste estudo recaiu na análise de programas de educação para o empreendedorismo aplicados em Estabelecimentos Prisionais Portugueses, Leiria e Sintra. A pertinência do estudo reside na análise do empreendedorismo no âmbito prisional, que se apresenta como um enorme desafio na aquisição de novas competências, em alternativa ao ensino convencional, e na incorporação de maiores oportunidades para a reintegração social de populações reclusas. Tratando-se de um estudo qualitativo foram entrevistados desde os promot...
MAL DE DINHEIRO Entre queixas, manifestações, desemprego, injustiça e má governação constatamos que todas essas maleitas permanecem e estranhamente perduram, assumindo os mesmos moldes mas com maior intensidade… Vejamos que agora há mais queixas, mais manifestações, mais desemprego, uma maior injustiça, anteriormente autoritária agora capitalista (entenda-se, a favor do capital) e claro, cada vez mais, pior governação. Toda esta desconcertação social e económica leva a que males maiores se ergam de modo a obrarem, concertadamente, contra a sociedade, contra o crescimento estável e sustentável (houvesse, também aqui, uma Autoridade da Concorrência). Estranhos fenómenos se insurgem na realidade que julgávamos conhecer… A Economia (ciência social), em inglês Economics, é agora confundida pelos políticos com a Economy, (poupança), em português também Economia, digamos que fazendo uma analogia ao acordo ortográfico, cai o social e mantém-se a ciência. Estrangeirismos! Aparentemente na...

Liderar pelo exemplo mas, sobretudo, liderar

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Quando pensamos na liderança de pessoas nas empresas e organizações uma expressão frequentemente usada é o lead by example : um líder deve constituir um bom modelo para motivar os seus colaboradores e subordinados e envolvê-los activamente no seu projecto. Para pedir aos colaboradores para serem mais produtivos, ele deve ser produtivo. Para pedir para serem mais inovadores, deve ser inovador. Para pedir contenção e poupança, deve começar essa contenção e poupança no seu próprio gabinete. Esta é uma ideia válida para empresas mas, também, para outros contextos. Um deles é a política governamental. De forma inteligente, o novo executivo britânico, liderado por David Cameron e Nick Clegg, antes de empreender uma exigente política de contenção e rigor orçamental deixou sinais claros que começaria pelo próprio executivo: todos os ministros perderam viaturas oficiais e motoristas e, em viagens de avião, trocaram a classe executiva por lugares na classe turística. Fotografia: Mirror Onlin...

Pessimismo generalizado ou pessismismo geracional?!

Todos os dias, durante o mês de Agosto, no final de menos um dia de estágio, desloco-me ao estádio universitário. Vou fazer algum exercício físico. Corrida, flexões, elevações, abdominais... Enfim, uma panóplia de exercícios que me deixam em forma para os raros dias de praia que tenho, neste Verão. A verdade, é que o exercício físico vai mais além da forma física, interfere sim com um outro aspecto igualmente, senão mesmo, mais importante que é a forma mental! A boa forma física transmite-nos uma sensação de alívio e amor próprio, um sentimento de que somos fantásticos na nossa pessoa, que temos um corpo maravilhoso. E temos! Todo este discurso não passa de uma contextualização e isto porquê? Num destes dias, tinha eu terminado a minha corrida quando me desloquei ao bebedouro, para quem conhece, mesmo à beira do ringue de futebol do lado das cantinas, enquanto me deliciava a beber aquela água fresca, dei por mim a apreciar e instataneamente a reflectir sobre a interacção pai-filho que ...

Porquê a adopção de um código de valores ou de normas profissionais pelas organizações?

As organizações tal como o próprio nome indica, implicam a coexistência de pessoas e de pessoas e máquinas, de uma forma organizada. A existência de um código de valores ou normas profissionais, permite pois que essa organização, não simplesmente formal, mas sobretudo funcional, exista! Num presente em que equipas de alto rendimento fazem a diferença, é absolutamente necessária a existência de normas que definam e demarquem o respeito pela hierarquia, a cooperação entre individuos no todo, que é a equipa que visa obter resultados psoitivos para a organização, assim como o incremento de atitude e de espirito de trabalho organizacional. Neste ponto de vista, um bom código de valores ou de normas profissionais definirá uma boa organização.