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Liderar pelo exemplo mas, sobretudo, liderar

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Quando pensamos na liderança de pessoas nas empresas e organizações uma expressão frequentemente usada é o lead by example : um líder deve constituir um bom modelo para motivar os seus colaboradores e subordinados e envolvê-los activamente no seu projecto. Para pedir aos colaboradores para serem mais produtivos, ele deve ser produtivo. Para pedir para serem mais inovadores, deve ser inovador. Para pedir contenção e poupança, deve começar essa contenção e poupança no seu próprio gabinete. Esta é uma ideia válida para empresas mas, também, para outros contextos. Um deles é a política governamental. De forma inteligente, o novo executivo britânico, liderado por David Cameron e Nick Clegg, antes de empreender uma exigente política de contenção e rigor orçamental deixou sinais claros que começaria pelo próprio executivo: todos os ministros perderam viaturas oficiais e motoristas e, em viagens de avião, trocaram a classe executiva por lugares na classe turística. Fotografia: Mirror Onlin...

Pessimismo generalizado ou pessismismo geracional?!

Todos os dias, durante o mês de Agosto, no final de menos um dia de estágio, desloco-me ao estádio universitário. Vou fazer algum exercício físico. Corrida, flexões, elevações, abdominais... Enfim, uma panóplia de exercícios que me deixam em forma para os raros dias de praia que tenho, neste Verão. A verdade, é que o exercício físico vai mais além da forma física, interfere sim com um outro aspecto igualmente, senão mesmo, mais importante que é a forma mental! A boa forma física transmite-nos uma sensação de alívio e amor próprio, um sentimento de que somos fantásticos na nossa pessoa, que temos um corpo maravilhoso. E temos! Todo este discurso não passa de uma contextualização e isto porquê? Num destes dias, tinha eu terminado a minha corrida quando me desloquei ao bebedouro, para quem conhece, mesmo à beira do ringue de futebol do lado das cantinas, enquanto me deliciava a beber aquela água fresca, dei por mim a apreciar e instataneamente a reflectir sobre a interacção pai-filho que ...

Porquê a adopção de um código de valores ou de normas profissionais pelas organizações?

As organizações tal como o próprio nome indica, implicam a coexistência de pessoas e de pessoas e máquinas, de uma forma organizada. A existência de um código de valores ou normas profissionais, permite pois que essa organização, não simplesmente formal, mas sobretudo funcional, exista! Num presente em que equipas de alto rendimento fazem a diferença, é absolutamente necessária a existência de normas que definam e demarquem o respeito pela hierarquia, a cooperação entre individuos no todo, que é a equipa que visa obter resultados psoitivos para a organização, assim como o incremento de atitude e de espirito de trabalho organizacional. Neste ponto de vista, um bom código de valores ou de normas profissionais definirá uma boa organização.

Até mais!

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Caros amigos, Escrevo-vos esta mensagem para vos dizer que deixarei de escrever no blogue. Tenho o tempo apertado com outras actividades e descomprometo-me assim de voltar a escrever aqui. Contudo, não participei só eu neste sítio, o meu amigo Filipe deverá continuar. Deixo-vos uma curiosidade. O mapa dos locais dos visitantes do blogue até hoje: (foram só 20 posts, mas correram o Atlântico :D ) Obrigado! Um abraço, PedroV (vpedrop5@gmail.com)

Relacionamentos... Os nossos dias!

Caros leitores, peço antes mais, desculpas, pois o tema que irei abordar foge um pouco ao habitual tipo de mensagem aqui publicada! No entanto, o seu objecto é bastante contemporâneo e tem feito parte de toda e qualquer organização social existente, desde a existência de qualquer forma comunitária. A minha proposta é pois, o relacionamento. São vários, dos quais, entre colegas, relacionamentos de amizade, de família, de namoro e até o casamento! Vivemos dias agitados, o trabalho, a faculdade, o percurso casa-trabalho-casa, no qual nos resta pouca disponibilidade para vincular traços afectivos!Deparamo-nos com amizades voláteis, famílias deserdadas, namoros descartáveis, casamentos que se revelam contratos de curto prazo, enfim… A carência de relacionamentos duradouros e verdadeiros.Não sei qual a sua opinião, caro leitor, mas a mim parece-me que cada vez menos nos preocupamos com as raízes de qualquer relação, a confiança e a compreensão! Na verdade, investimos a pouca disponibilidade ...

Guerra da Água (Parte I)

A água, um dos principais bens necessários à existência de vida. É graças a este bem natural e cada vez mais escasso, que as primeiras formas de vida apareceram neste planeta. Descrito pelos que já puderam observá-lo do espaço, assemelha-se a uma grande esfera azul. As grandes manchas azuis observadas do espaço são os conhecidos oceanos e mares que são nem mais nem menos que grandes porções de água. Perante tal quantidade de água, porque se defrontam civilizações e grandes organizações tentam fazer com que não haja sede e mortes pela falta deste bem nos quatros cantos do mundo? A Turquia, é um dos principais países envolvido na guerra da água. A barragem de Ataturk, é a maior da Turquia e uma das principais causadoras desta guerra. A água transportada através dos canais provenientes desta barragem é utilizada principalmente para a agricultura, para a rega dos campos cultivados que se encontram nas margens destes canais. A produção agricula na Turquia envolve sobretudo o cultivo de cere...

Guerra da Água (Parte II)

Não, e a prova de tal fica um pouco mais a oriente no sudeste asiático. Na Tailândia, grande parte das águas provenientes das barragens servem para «alimentar» os campos de golfe das zonas turísticas. Enquanto os campos de golfe se encharcam com água, nas difíceis terras de cultivo e nas pobres províncias todas as famílias trabalham no campo, desde os mais novos aos mais velhos, mas sem êxito, pois para que as culturas se desenvolvam é necessária água mas essa apenas serve para satisfazer os luxuosos interesses governamentais. As pessoas morrem de fome enquanto nas grandes cidades os industriais gozam da protecção do governo. Desde que se construiu a barragem no rio Mone os pequenos pescadores apenas conseguem pescar peixes de reduzidas dimensões. Das 200 espécies apenas 10 a 12 sobrevivem e rendem aos pequenos pescadores 20€ mensais. Esta barragem foi um autêntico fracasso, pois o seu efeito, supostamente positivo, no desenvolvimento da sociedade naquela zona, foi precisamente contrár...